O GEMDA – Grupo Experimental de Música e Dança de Aveiro, é uma Associação Cultural, sem fins lucrativos, empenhada na divulgação e promoção da Dança, que nasceu em 1983. Em 1986, por sugestão do Ministério da Cultura, foi criado um Protocolo entre o GEMDA e a Câmara Municipal de Aveiro, visando a criação da Companhia de Dança de Aveiro – CDA. Em 2006 foi assumido o seu carácter profissional. Pioneira no desenvolvimento do conhecimento da Dança em Portugal, foi-lhe atribuída em 2008, pelo Município Aveirense, a Medalha de Mérito Cultural.

Presentemente, está empenhada na formação de técnicos e bailarinos que viabilizem o seu Corpo de Dança, criando mesmo bolsas para jovens com empenhamento e talento, que não tenham possibilidades financeiras para assumirem essa formação nas escolas nacionais.

A realização de workshops e espectáculos, tem sido um dos modos de se cativar intérpretes e público para esta área artística tão cheia de virtuosismo.

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Terça-feira

DANÇA ORIENTAL (VENTRE) com CHANDRA EL-SAYED - 2011/2012



"Quando dançamos não somos apenas a mulher que sonha mas... tornamo-nos no próprio Sonho!" - Chandra

A Dança Oriental, vulgo Dança do Ventre, é a Dança mais feminina que se conhece, pois foi criada da Mulher, para a Mulher. A sua origem é um pouco nebulosa. É bastante mencionada no período Matriarcal (do qual não existem muitos registos, ou certezas de existência), no qual a Dança assumia um carácter sagrado, através de cultos... religiosos aos deuses. Foi difundida pelo mundo inteiro com a ajuda dos viajantes, mercadores e povos nómadas. Como tal, foi sofrendo várias influências (estando sempre em constante desenvolvimento, sem que se descure a sua essência) não só das regiões em questão, mas também de outros tipos de dança.
Esta Dança tem vindo a conquistar adeptas de todas as culturas e idades, pois é uma dança que não limita a Mulher, mas, pelo contrário, liberta-a.

Benefícios:
• Plano físico: Correcção postural, tonificação muscular, aumento da flexibilidade, equilíbrio e resistência física. Contribui para a perda de peso. Desenvolve o ritmo e a coordenação motora. Ajuda nos tratamentos de hipertensão, depressão, entre outros. Regula as funções menstruais e intestinais. Prepara o corpo para o parto e para a recuperação no pós-parto, etc).
• Plano emocional/mental: Resgate da feminilidade de cada Mulher, despertando a sensualidade e a beleza que existe em cada padrão de corpo. Aumento da auto-estima (aceitação e conquista constante da sensualidade e singularidade de forma natural). Crescente sensação de bem-estar, tranquilidade e plenitude. Relaxamento mental. Alivio do stress. Estimulação do equilíbrio energético.

Professora Chandra El-Sayed:
Licenciada em Ensino Básico – 1.º Ciclo pela Universidade de Aveiro, Chandra teve, desde cedo, um grande fascínio pela dança. Iniciou a sua formação básica no ballet, dança jazz, danças latinas, urbanas e ciganas.
Iniciou, em 2001, a sua formação em Dança Oriental (inicialmente sob a forma de Workshops/Aulas e Cursos intensivos), seguido de acompanhamento regular pela professora RoseMarie Mascarenhas (RoseMarie El-Sayed) da escola Sabor Latino.
Teve/tem formação nacional e internacional com variados professores nomeadamente:
Alessandra Forte (Brasil), Annie Nganou (França/Camarões), Asharaf Hassan (Egipto), Baltazar Molina (ao nível da percussão), Cris Aysel (Portugal/Brasil), Denise de Carvalho (Portugal), Elsa Shamce (Portugal), Gia Mavis (Itália), Íris (Portugal), Janah Ferreira (Brasil/Portugal), Joana Saahirah (Portugal/Egipto) , Khaled Mahmoud (Egipto), Lajja Sambhavnath (Dança Indiana),(Portugal), Maíra Magno (Brasil), Marina Hafsa (Portugal), Maya Gawaory (Itália), Mohamed Elmasseri (Egipto), Munique Neith (Barcelona/Brasil), Myriam Szabo (Bélgica), Prisca Diedrich (Alemanha), Renata Lobo (Brasil), Shokry Mohamed (Egipto), Sueli Shamsa (Brasil/Portugal), Vânia Cesário (Brasil/Portugal), Zuel (Espanha), entre outros…!
Também realizou Cursos de Verão de Dança Clássica Indiana (Bharata Nathyam), com a professora Tarikavalli, na Escola Superior de Dança (Lisboa) e no Conservatório Nacional (Lisboa).
Enquanto bailarina de Dança Oriental Egípcia, mais conhecida por Dança do Ventre, Chandra foi bailarina residente no Caffé-Bar Tuareg em Aveiro, bem como no NEKOB Maroc Café em Leiria e mais recentemente Bar Luxor em Aveiro. Paralelamente, é bailarina convidada da Companhia de Dança de Aveiro e membro da Direcção do GEMDA (Grupo Experimental de Música e Dança de Aveiro).
Dedica-se desde 2005 à divulgação desta arte milenar. Nas suas aulas, Chandra alia a componente física/técnica à terapêutica (em que se enfatiza a aprendizagem interior, o resgate da Mulher que existe em cada uma de nós e que tantas vezes se descura).

Estão abertas as inscrições para as aulas de Dança Oriental (Dança do Ventre), a realizar no estúdio da Companhia de Dança de Aveiro. Horários disponíveis para novas turmas de Iniciação a começar em Setembro (Segunda-feira das 21h/22h30m – pode experimentar uma aula gratuita, sem qualquer compromisso. Ou Terças-feiras das 21h/22h30m). As aulas são de 1h30m/30m semanais. Não é necessária experiência em Dança, nem indumentária específica (basta trazer roupa confortável à prática desportiva).

Local: ESTÚDIO da CIA DANÇA DE AVEIRO
Rua das Pombas, 56 em frente à Escola João Afonso de Aveiro (Ciclo)
3810 AVEIRO - PORTUGAL

Contactos para mais informações:
+351 965747949
chandrabellydance@gmail.com

http://joiasdooriente.blogspot.com/
http://chandrabellydance.no.comunidades.net/

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A Dança é uma Arte, fundamental para a formação artística e integração social, desenvolvendo e estimulando múltiplos sentidos, tais como: o táctil (sentir os movimentos e benefícios do corpo), o visual (ver os movimentos e transformá-los em actos), o auditivo (ouvir a música e dominar o seu ritmo), o afectivo (emoções e sentimentos transpostos na coreografia), o cognitivo (raciocínio, ritmo, coordenação) e o motor (esquema corporal).

Por que uma Empresa deve investir em Cultura?

Para responder a esta pergunta, talvez seja melhor, inicialmente, invertê-la: Por que a Cultura deve receber investimentos?Embora os meios de comunicação retratem a Cultura como sinónimo de entretenimento, e se compreenda nas Acções Culturais e artísticas principalmente o seu valor como fonte de distracção e lazer, é necessário entender a Cultura no seu sentido amplo, o seu real papel.A Cultura é o elemento que garante a todos – Criadores, Artistas e Público – o direito à celebração da sua identidade, à manifestação da sua sensibilidade e emoção, desenvolvendo, a um só tempo, o espírito crítico, a imaginação e o sentido de colectividade, num processo de consciencialização, sociabilização e transformação social. Viver as potencialidades da Cultura equivale a participar de uma época, de uma história, de um povo, de um país, de um momento específico do mundo.
O real papel da Cultura, o que justifica o investimento empresarial é o seu aspecto social, a sua capacidade de transformar o mundo à sua volta, tornando-se numa forte vantagem competitiva e uma oportunidade de mercado para a empresa que investe ou que tem interesse em investir em Cultura.