O GEMDA – Grupo Experimental de Música e Dança de Aveiro, é uma Associação Cultural, sem fins lucrativos, empenhada na divulgação e promoção da Dança, que nasceu em 1983. Em 1986, por sugestão do Ministério da Cultura, foi criado um Protocolo entre o GEMDA e a Câmara Municipal de Aveiro, visando a criação da Companhia de Dança de Aveiro – CDA. Em 2006 foi assumido o seu carácter profissional. Pioneira no desenvolvimento do conhecimento da Dança em Portugal, foi-lhe atribuída em 2008, pelo Município Aveirense, a Medalha de Mérito Cultural.

Presentemente, está empenhada na formação de técnicos e bailarinos que viabilizem o seu Corpo de Dança, criando mesmo bolsas para jovens com empenhamento e talento, que não tenham possibilidades financeiras para assumirem essa formação nas escolas nacionais.

A realização de workshops e espectáculos, tem sido um dos modos de se cativar intérpretes e público para esta área artística tão cheia de virtuosismo.

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Quinta-feira

"Inside out"


Projecto "Inside out" no teatro CETA, em Aveiro, no dia 1 e 2 de Abril às 21h30.

Com direcção Artística de Filipa Peres e Claudinei Garcia, juntamente com a co-criação de Guida Maurício e Sofia Matos.

Bilhetes a 5€. Reserve já o seu.

Esperamos por si!!

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A Dança é uma Arte, fundamental para a formação artística e integração social, desenvolvendo e estimulando múltiplos sentidos, tais como: o táctil (sentir os movimentos e benefícios do corpo), o visual (ver os movimentos e transformá-los em actos), o auditivo (ouvir a música e dominar o seu ritmo), o afectivo (emoções e sentimentos transpostos na coreografia), o cognitivo (raciocínio, ritmo, coordenação) e o motor (esquema corporal).

Por que uma Empresa deve investir em Cultura?

Para responder a esta pergunta, talvez seja melhor, inicialmente, invertê-la: Por que a Cultura deve receber investimentos?Embora os meios de comunicação retratem a Cultura como sinónimo de entretenimento, e se compreenda nas Acções Culturais e artísticas principalmente o seu valor como fonte de distracção e lazer, é necessário entender a Cultura no seu sentido amplo, o seu real papel.A Cultura é o elemento que garante a todos – Criadores, Artistas e Público – o direito à celebração da sua identidade, à manifestação da sua sensibilidade e emoção, desenvolvendo, a um só tempo, o espírito crítico, a imaginação e o sentido de colectividade, num processo de consciencialização, sociabilização e transformação social. Viver as potencialidades da Cultura equivale a participar de uma época, de uma história, de um povo, de um país, de um momento específico do mundo.
O real papel da Cultura, o que justifica o investimento empresarial é o seu aspecto social, a sua capacidade de transformar o mundo à sua volta, tornando-se numa forte vantagem competitiva e uma oportunidade de mercado para a empresa que investe ou que tem interesse em investir em Cultura.