O GEMDA – Grupo Experimental de Música e Dança de Aveiro, é uma Associação Cultural, sem fins lucrativos, empenhada na divulgação e promoção da Dança, que nasceu em 1983. Em 1986, por sugestão do Ministério da Cultura, foi criado um Protocolo entre o GEMDA e a Câmara Municipal de Aveiro, visando a criação da Companhia de Dança de Aveiro – CDA. Em 2006 foi assumido o seu carácter profissional. Pioneira no desenvolvimento do conhecimento da Dança em Portugal, foi-lhe atribuída em 2008, pelo Município Aveirense, a Medalha de Mérito Cultural.

Presentemente, está empenhada na formação de técnicos e bailarinos que viabilizem o seu Corpo de Dança, criando mesmo bolsas para jovens com empenhamento e talento, que não tenham possibilidades financeiras para assumirem essa formação nas escolas nacionais.

A realização de workshops e espectáculos, tem sido um dos modos de se cativar intérpretes e público para esta área artística tão cheia de virtuosismo.

k
k
k

Sábado

Bailado "Amadeus" - Estreia a 7 de Maio no Teatro Aveirense

A CDA irá estrear o bailado Amadeus, de Álvaro Ribeiro, a 7 de Maio no Teatro Aveirense, em que a respectiva banda sonora deverá ser interpretada pela Orquestra Filarmonia das Beiras e está integrado nas Festas da Cidade de Aveiro.

Sinopse do bailado AMADEUS

Coreografia de Álvaro Ribeiro.
O tratar do corpo, sua descoberta a aperfeiçoamento, nas suas disposições espaciais num grande tabuleiro, onde as variadas formas comunicam entre si, levando os bailarinos a uma conjugação num entusiástico ritmo colorido proporcionado por Wolfgang Amadeus Mozart, nesta obra para piano e orquestra.

As cores procuram recortar os corpos, revelando formas, obrigando o intérprete à utilização desse instrumento, projectando a Dança nas suas mais variadas possibilidades.

Amadeus procura o estar e o não estar só. São como notas introduzidas nas obras deste compositor. Obras amadas, obras invejadas e obras endeusadas, que agora são revistas por corpos soltos no espaço, preenchendo o que resta desse espaço à volta desses corpos. Corpos que por vezes estão sós, por outras estão juntos, agrupando, experimentando e permitindo a arte de se relacionarem, de se investigarem, de se doarem.

A arte de Amadeus Dançar.

0 comentários:

Enviar um comentário

A Dança é uma Arte, fundamental para a formação artística e integração social, desenvolvendo e estimulando múltiplos sentidos, tais como: o táctil (sentir os movimentos e benefícios do corpo), o visual (ver os movimentos e transformá-los em actos), o auditivo (ouvir a música e dominar o seu ritmo), o afectivo (emoções e sentimentos transpostos na coreografia), o cognitivo (raciocínio, ritmo, coordenação) e o motor (esquema corporal).

Por que uma Empresa deve investir em Cultura?

Para responder a esta pergunta, talvez seja melhor, inicialmente, invertê-la: Por que a Cultura deve receber investimentos?Embora os meios de comunicação retratem a Cultura como sinónimo de entretenimento, e se compreenda nas Acções Culturais e artísticas principalmente o seu valor como fonte de distracção e lazer, é necessário entender a Cultura no seu sentido amplo, o seu real papel.A Cultura é o elemento que garante a todos – Criadores, Artistas e Público – o direito à celebração da sua identidade, à manifestação da sua sensibilidade e emoção, desenvolvendo, a um só tempo, o espírito crítico, a imaginação e o sentido de colectividade, num processo de consciencialização, sociabilização e transformação social. Viver as potencialidades da Cultura equivale a participar de uma época, de uma história, de um povo, de um país, de um momento específico do mundo.
O real papel da Cultura, o que justifica o investimento empresarial é o seu aspecto social, a sua capacidade de transformar o mundo à sua volta, tornando-se numa forte vantagem competitiva e uma oportunidade de mercado para a empresa que investe ou que tem interesse em investir em Cultura.