O GEMDA – Grupo Experimental de Música e Dança de Aveiro, é uma Associação Cultural, sem fins lucrativos, empenhada na divulgação e promoção da Dança, que nasceu em 1983. Em 1986, por sugestão do Ministério da Cultura, foi criado um Protocolo entre o GEMDA e a Câmara Municipal de Aveiro, visando a criação da Companhia de Dança de Aveiro – CDA. Em 2006 foi assumido o seu carácter profissional. Pioneira no desenvolvimento do conhecimento da Dança em Portugal, foi-lhe atribuída em 2008, pelo Município Aveirense, a Medalha de Mérito Cultural.

Presentemente, está empenhada na formação de técnicos e bailarinos que viabilizem o seu Corpo de Dança, criando mesmo bolsas para jovens com empenhamento e talento, que não tenham possibilidades financeiras para assumirem essa formação nas escolas nacionais.

A realização de workshops e espectáculos, tem sido um dos modos de se cativar intérpretes e público para esta área artística tão cheia de virtuosismo.

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Segunda-feira

AGENDA 2012

3 de Março
Sobral de Monte Agraço (Lisboa)

28 de Abril
Moita (Lisboa)

29 de Abril
Portel (Alentejo)

12 de Maio
Leiria

2 de Junho
Vila Viçosa

22 de Junho
Seixal

4 de Agosto
Alandroal

3 de Novembro
Águeda

18 de Novembro
Redondo

AGENDA 2011

3 de Fevereiro
Apresenta um bailado no Teatro Aveirense, integrado nos Diálogos da Cidade, Ciclo de Conferências promovido pela Comissão Diocesana da Cultura de Aveiro e com o  apoio da Câmara Municipal, que contou com a presença de D. Manuel Clemente, Bispo do Porto e de José Manuel Fernandes, ex-Director do Jornal Público. O tema Diálogo em Tempo de Escombros serviu de inspiração para a criação deste  apontamento de Dança, interpretado por 5 bailarinos da Companhia de Dança de Aveiro.
Apresenta-se num Talk Show organizado pela associação Com Cenas, que teve lugar no Cine Teatro S. Pedro, em Águeda, na quarta edição do São Cenas, espectáculo  que contou também com a presença do Dancenter, do Padre José Luís Borga e do Grupo Virgem Suta. Foi apresentado um excerto da Ópera Rock "Sete" em que a CDA e o Dancenter disponibilizaram alguns dos seus bailarinos para esta co-produção.  Também foi apresentado um excerto do bailado Amadeus pela CDA.
Apresentação de um bailado no Europarque, em Stª Mª da Feira, na Convenção Geral da Fábrica Renault Cacia, para cerca de 1000 espectadores.


1 e 2 de Abril
2 bailarinos da CDA criaram um espectáculo para espaços mais intimistas Inside Out que foi apresentado no Teatro do CETA.


11 de Abril
A CDA e a Cia Jovem participam na Homenagem aos Ex-Funcionários da C. M. Aveiro, em espectáculo a ter lugar no Teatro Aveirense.


30 de Abril
A Dança com Música ao vivo "Sons de Abril", relembrando o 25 de Abril, no Auditório da Junta de Freguesia de Oliveirinha.


7 de Maio

Estreia no Teatro Aveirense, o bailado Amadeus, que está integrado nas Festas da Cidade de Aveiro.


28 de Maio e 25 de Junho
1.ª e 2.ª JAM SESSIONS no Estaleiro Teatral.
1.º Mostra Internacional de Dança de Aveiro no Teatro Aveirense. A CDA apresenta no Rossio, em Aveiro, conjuntamente com Cia Jovem, alguns bailados, num espectáculo integrado nas Festas da Ria.


1 e 2 de Julho


5 de Fevereiro



7 de Julho



29 de Março

O CORPO FALA



PROPOSTA
Dur: 60/80 min.

Sensibilizar e dar a conhecer aos jovens o trabalho na área da Dança, integrando alunos do secundário, voluntários em aula prática.


Realizar-se-ia uma apresentação / performance por bailarinos da Cia Dança de Aveiro - CDA e uma aula em conjunto com os alunos interessados, em cada Escola Secundária.

(A realizar em Escolas em horário de actividades extra-curriculares em sala/pavilhão com equipamento de som).


OBJECTIVOS

Gerais

Promover actividades sócio-educativas nas áreas básicas da educação cultural e da inserção social, promovendo, através da Dança, o acesso à Cidadania, Saúde e Comunicação e à Experiência da Actividade da Dança.

Específicos

- Estabelecer, através do corpo, a necessidade de o utilizar como instrumento de comunicação e transformação social.

- Promover a necessidade de uma relação sadia, de modo ao corpo se desenvolver de maneira harmónica, responsável e consciente, junto ao meio social em que vive.

- Promover a colaboração e o respeito mútuo, criando uma transformação positiva e enriquecedora, dentro de um contexto pessoal e inter-pessoal, originando um desenvolvimento social e cultural.


Técnicos

- Realizar aula de aquecimento e articulação de um corpo inexperiente, no sentido de passar a ser consciente e reconhecer as suas diversas possibilidades.

- Provocar a comunicação e discussão do corpo por meio de estímulos textuais, numa transformação de palavras em movimentos.

- O respeitar de um corpo e seu dialogar com outros corpos, provocando o contacto e o respeito mútuo.

- O estimular visualmente. Performance com cerca de 10 minutos.


DIVULGAÇÃO

(É de extrema importância uma divulgação exaustiva ou agressiva, para que esta proposta seja conhecida e valorizada.)

Locais preferenciais:

- Escolas Secundárias

- Jornais locais

- Redes Sociais


O vínculo entre a CDA e o Município Aveirense é fundamental para o incremento do acesso à Cultura na nossa Comunidade, que é necessário incentivar e promover. O papel da Autarquia é fundamental junto às Escolas e outros estabelecimentos culturais e de ensino. A CDA poderá ter uma forte actuação na Imprensa e nas Redes Sociais.


PARTICIPANTES E RESPONSÁVEIS

Alunos voluntários das Escolas Secundárias

Álvaro Ribeiro – Director Artístico da CDA

Filipa Peres – Assistente da Direcção Artística

Daniel Soares – Director Técnico

Bailarinos e Professores da CDA

José Luís Martins Pereira – Director Executivo
A Dança é uma Arte, fundamental para a formação artística e integração social, desenvolvendo e estimulando múltiplos sentidos, tais como: o táctil (sentir os movimentos e benefícios do corpo), o visual (ver os movimentos e transformá-los em actos), o auditivo (ouvir a música e dominar o seu ritmo), o afectivo (emoções e sentimentos transpostos na coreografia), o cognitivo (raciocínio, ritmo, coordenação) e o motor (esquema corporal).

Por que uma Empresa deve investir em Cultura?

Para responder a esta pergunta, talvez seja melhor, inicialmente, invertê-la: Por que a Cultura deve receber investimentos?Embora os meios de comunicação retratem a Cultura como sinónimo de entretenimento, e se compreenda nas Acções Culturais e artísticas principalmente o seu valor como fonte de distracção e lazer, é necessário entender a Cultura no seu sentido amplo, o seu real papel.A Cultura é o elemento que garante a todos – Criadores, Artistas e Público – o direito à celebração da sua identidade, à manifestação da sua sensibilidade e emoção, desenvolvendo, a um só tempo, o espírito crítico, a imaginação e o sentido de colectividade, num processo de consciencialização, sociabilização e transformação social. Viver as potencialidades da Cultura equivale a participar de uma época, de uma história, de um povo, de um país, de um momento específico do mundo.
O real papel da Cultura, o que justifica o investimento empresarial é o seu aspecto social, a sua capacidade de transformar o mundo à sua volta, tornando-se numa forte vantagem competitiva e uma oportunidade de mercado para a empresa que investe ou que tem interesse em investir em Cultura.